engraçado como, em 1992, o uruguaio mário benedetti conseguiu escrever um livro num contexto histórico entre as duas grandes guerras mundiais que se aplica tão bem aos dias atuais.
comprei o livro simplesmente pelo seguinte trecho que está escrito em sua orelha:
“a borra do café transmite otimismo, é cálido e intranscedente. é um livro nada complicado, nada rebuscado, nada pretencioso. é, enfim, um desses que se tem que ler, não por nada, mas apenas porque sim, o que não é pouco”.
comecei a ler se muita pretensão e confesso que com um pouco de preguiça.
mas a cada página, a cada capítulo, a envolvente história do personagem cláudio foi me ganhando e afirmo que se você quiser aprender diferentes lições sobre a vida em seus mais complexos contextos, você deve ler a borra do café, um baita mix de romance, erotismo, mistério, realidade, reflexão e simplicidade.
e se você gosta de ler ouvindo música, assim como eu. a dica aqui é o bom e velho james taylor.

