[música] no sound for you – tallhart

estava eu procurando fotos de uma (outra) banda em um site profissional quando me deparei com a foto do vocalista dessa banda. não fazendo idéia do que se tratava o som, resolvi cascavilhar o que tinha deles no spotify e eis que me surpreendo com a qualidade vocal e instrumental desses rapazes. procurei informações sobre eles na wikipédia, videoclipes, etc… mas tudo o que eu achei foi amador e/ou seu site oficial e sua fan page no facebook. o estilo é comum mas chega a ser um pouco diferente das bandas indies que já ouvi por aí. quem ouvir ‘drunk kids‘ pode assemelhar alguns trechos da música ao som do the killers. mas vale a pena dar uma conferida no som deles. dentre as canções que ouvi ‘8th and electric‘ foi a favorita, como não achei link de vídeo para ela, a pedida de hoje é ‘no sound for you‘.

ouçam e me contem o que acharam. 😉

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[livro x filme] um dia.

faz um tempo que eu não posto por aqui sobre um bom livro, não é mesmo?

então decidi não só postar sobre uma obra que eu gostei muito, como também fazer uma comparação entre ela e o filme inspirado pela mesma.
um dia é um livro inspirador. mas, infelizmente, conheci a estória depois de tomar conhecimento sobre quais atores representariam seus personagens principais nas telas de cinema. resultado? criei expectativas e, como de costume, expectativas tendem a gerar decepções.
mas vamos por partes.

um dia
livro.
eu não li o livro, o devorei em poucos dias com aquela fome de querer conhecer mais a fundo aqueles personagens tão cheios de vida (e vida vintage!, o que me encanta). cada folha, cada capítulo me instigava mais e mais e o livro se tornava totalmente insatisfatório – tendo em vista que eu não conseguia me satisfazer com 10 ou 15 folhas deles por dia. me alegrei com os personagens, cansei com eles também. me decepcionei e me entusiasmei a cada dia em que o belo casal se afastava ou se aproximava ainda mais. a parte épica do livro, obviamente, não vou destrinchar aqui, mas foi excepcional a forma como o autor conseguiu desencadear o restante (e não final, pois a ideia de continuidade é permanente) da estória de forma tão bonita e encantadora. conclusão? sim, o amor existe! e ele não falha.
filme.
já comecei a assistir o filme com um preconceito sobre ele, mas um preconceito bom, afinal sabia que o roteiro tinha sido adaptado pelo david nicholls – próprio autor do livro. também já conhecia o brilhante trabalho do jim sturgess em across the universe, 21 e crossing over e, claro, anne hathaway em o diário de uma princesa 1 e (dentre tantos outros). não esperei sair no cinema, não esperei para fazer download. vi na banquinha da esquina e comprei mesmo. comecei a assistir com tamanha empolgação e… de repente senti falta de trechos tão bonitos, que, para mim, seriam até importantes no desenrolar da estória. mas, enfim… nem tudo é como queremos. ouvi pessoas – que não haviam lido o livro – contarem que o filme era muito bom. e que, vejam só, a cena da parte épica do livro fora chocante! mas, sinceramente, não gostei do resultado. até voltei a assistir o filme para dar uma segunda chance.
continuei com a impressão de que o filme é bonzinho, mas o livro… excepcional!

[achados] noah

nossa! eu não tinha me dado conta de que fazia tanto tempo que eu não postava aqui. mas, para mim, o que importa é postar coisas com conteúdo e que, realmente, valham a pena. e, apesar de ter ouvido muita coisa ao longo desse tempo que não passo pro aqui, só agora senti vontade de voltar a compartilhar certas bacanisses musicais!

hoje estava vendo um vídeo qualquer no youtube quando me deparei com o vídeo desse gordinho simpático, chamado noah, que sugeria um cover da música “sexy and i know it” do lmfao. como eu já conhecia a ousadia e humor da canção original senti curiosidade em ouvir o rapaz de óculos geek. e eis a surpresa: um blues que pra ficar mais fantástico só se viesse acompanhado de uma boa gaita.

cascavilhando o canal do moleque, encontrei mais um cover que, quem curte mumford & sons não pode deixar de ouvir a versão que ele fez ‘white blank page‘.

pra encerrar, o rapaz cantando a nova e excelente canção do john mayer – shadow days!

nem parece que o cara tem só 18 anos, não?

quem curtiu e quer saber mais sobre ele, seguem os links:

no facebook: http://www.facebook.com/only1noah

no twitter: https://twitter.com/#!/only1noah

no youtube: http://www.youtube.com/user/only1noah?feature=watch

[música] counting stars – cas haley

eu não fazia idéia de que fazia tanto tempo que eu não postava aqui no blog e como tem muita gente que ainda visita. mas como diz o ditado “antes tarde do que nunca”.

bom, quem me fez voltar a postar aqui foi o simpático cas haley, um texano que conquistou minha playlist uns meses atrás.

talvez, você, de primeira vista (e escuta), pense que ele não passa de um jason mraz mais gordinho e com muito talento. mas eu vou além… haley participou da segunda temporada do american got talent surpreendendo a todos os jurados e a quem mais assistisse cantando ‘walking on the moon‘ um dos clássicos do sting. e foi depois de ver esse vídeo no youtube que decidi baixar o cd completo do rapaz.

só no primeiro acorde do violão o cara mostra que o lugar dele é nos palcos, quando abre a boca então… não restam mais dúvidas.

apesar de cantar cheio trejeitos que me incomodam, assim como o john mayer, sabe? todas aquelas caras e bocas. o cas me lembrou muito o bob marley e me fez pensar que ele é um dos grandes nomes do reggae atualmente, um dos que fazem jus ao real estilo de reggae jamaicano. não precisa muito… um violão, umas congas, gogó e música na veia.

ouçam e me digam que tal?!

[som de hoje, som de ontem] john mayer x james taylor

continuando o papo sobre o som de hoje não ser tão bom quanto o de antes, vamos falar do john mayer e do james taylor.

é importante que fique claro: eu não estou dizendo que um é igual ao outro ou que um imite o outro, mas semelhanças existem e são elas que fazem com que eu continue afrimando: sim, ainda se faz música como antigamente!

entre o mr. az e o bruddah iz, do post anterior, as semelhanças se limitam ao estilo musical, nesse caso, elas chegam a parte física também.
os cantores dessa vez são magrinhos, cabelos caindo nos olhos, e com charme, talento e estilo para dar e vender.

conheci o trabalho do john mayer há cerca de 2 anos e curti de cara, a primeira música que ouvi na rádio e que me fez ir atrás de outros hits foi: doughters (meses depois descorbi que fez parte da trilha sonora de alguma novela), mas foram as músicas menos conhecidas e que me tornaram uma grande apreciadora do rapaz.

o james taylor, conheci no finalzinho do ano passado, estava ouvindo uma versão de ‘you’ve got a friend‘ e curti, fui atrás de outros sons e me apaixonei pelo trabalho do cara.

sem delongas… ouçam e percebam: a música boa não ficou lá trás!

[som de hoje, som de ontem] jason mraz x israel kamakawiwo’ole!

estou cansada de ouvir pessoas falando “não se faz mais música como antigamente”, confesso que até eu já soltei uma dessas. puro equívoco.
ultimamente tenho percebido que, apesar do enxame de músicas chatas, chicletes e sem qualidade, tem muito som bom rolando por aí.

muitos desses sons não são apenas bons, são parecidissimos com sons de antigamente e, aparentemente, não são imitações. são renovações da música!

para abrir esse papo “som de hoje, som de ontem” vou falar do jason mraz e do israel kamakawiwo’ole.

vozes mansas, serenas.
músicas ligadas a natureza, a paz, ao amor entre as pessoas e a ligação com Deus, o criador.
um estilo popgospelsurfmusic.
jason é americano, israel era havaiano.
jason não larga seu violão, israel não largava seu ukulele.
interação com o público, estilo despojado, humor contagiante…

todas essas coindidências não podem ser imitação.

quer mais coicindências?
o jason mraz se intitula mr. az. você sabe qual era o apelido do israel? bruddah iz.
já prestaram atenção na percusão das apresentações acústicas do jason? ouçam a percusão do israel também!

eu não consigo ouvir um sem imaginar como o outro cantaria a mesma música.

ouçam a versão do israel para “somewhere over the rainbow” e a interpretação do jason para “rainbow conecction” e me digam o que pensam!
o som de hoje é o mesmo som de ontem?

e esse é só o primeiro post sobre isso, vem muito mais coisa por aí.

[livro] a borra do café – mário benedetti

engraçado como, em 1992, o uruguaio mário benedetti conseguiu escrever um livro num contexto histórico entre as duas grandes guerras mundiais que se aplica tão bem aos dias atuais.

comprei o livro simplesmente pelo seguinte trecho que está escrito em sua orelha:

“a borra do café transmite otimismo, é cálido e intranscedente. é um livro nada complicado, nada rebuscado, nada pretencioso. é, enfim, um desses que se tem que ler, não por nada, mas apenas porque sim, o que não é pouco”.

comecei a ler se muita pretensão e confesso que com um pouco de preguiça.

mas a cada página, a cada capítulo, a envolvente história do personagem cláudio foi me ganhando e afirmo que se você quiser aprender diferentes lições sobre a vida em seus mais complexos contextos, você deve ler a borra do café,  um baita mix de romance, erotismo, mistério, realidade, reflexão e simplicidade.

e se você gosta de ler ouvindo música, assim como eu. a dica aqui é o bom e velho james taylor.